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Então… Com essa minha mania de criar blogs, eu acabo tendo 434765154 urls… desatualizadas. Até porque se eu atualizasse todas com freqüência, faria mais nada na minha vidinha já um tanto atribulada.
Pois bem, resolvi, ainda na base da experiência, abandonar todos os blogs em ruínas e tentar concentrar esforços apenas no http://tharso.com/blog.
A idéia é que, com apenas 1 blog pra atualizar, eu consiga manter uma média razoável de posts sobre assuntos variados. É… Chega de blogs temáticos. Vamos ver no que dá… Se aquilo virar uma salada, volto a pensar no assunto. Vejo vocês lá.
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Okay, okay… bloguei pifiamente em 2007. Um horror. Mas em 2008 quero mudar isso. Durante o recesso de fim de ano, vou pensar direito no que fazer, mas acho que unificar meus blogs pode ser uma boa idéia. No mais, é tentar ter alguma disciplina… Como diz um amigo, “só o tempo digará”.
Feliz ano novo! =)
Tags: Sem tags desta vez
Não nego, não: sou um designer frustrado. Adoraria ter talento pra isso. Fazer coisas lindas, eficientes, funcionais, sedutoras… Mas enfim, como não sei fazer, admiro… e, eventualmente, dou palpite (nhé!).
Tudo isso pra dizer que voltei a tomar Coca Light unica e exclusivamente por causa da lata nova. Dá sede, a desgraçada. Linda.
PS.: Procurei uma foto da lata na web e não achei!
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Muito bacana o artigo escrito pelo Ben Henick para o A List Apart e traduzido pelo Luciano Rodrigues para o A List Apart Brasil.
12 Lições para aqueles com medo do CSS e dos padrões
a list apart, css webstandardsTags: a list apart, css, webstandards
- Alô
- Alô, vocês fazem sites?
- Sim senhor.
- E quanto custa pra fazer um site?
- Bem… depende.
- E posso saber do quê?
- Claro. Depende do tamanho do site, da complexidade, das funcionalidades…
- Mas dá um chute aí.
- Não tem chute, senhor. Podemos marcar uma reunião pro senhor me explicar o projeto e…
- Tudo enrolação! Quero uma resposta simples! Quanto custa pra fazer um site?
- Duzentos mil reais, senhor.
- O quê? Como assim duzentos mil? Tá louco? Vocês são muito careiros. Eu, hein…
preçoTags: preço
Polêmico, ousado, provocativo, insinuante, viral, vendedor, eficiente… foda!
Recebi o link de uma amiga. Depois, fuçando, encontrei os artigos do Raphael Vasconcelos e do Caio César, ambos bacanas.
O caso é que a grife francesa Shaï, criou a campanha de uma de suas coleções usando filmes de sexo explícito como “cenário” pra mostrar as roupas.
O tema da campanha é “SHAÏ - There’s no reason to be shy”, e quando digo “sexo explícito”, é explícito mesmo. Nada ali é insinuado. Está tudo lá em cores e closes pra quem quem quiser ver.
Mas o que fica disso, além da ousadia, é a execução da coisa. Pra começar, a produção/edição dos vídeos é muito bacana. Bem superior aos pornôs que se vê por aí.
Outra coisa: os vídeos são interativos. Durante a ação, as roupas são mostradas em detalhes e há links pra elas. Cem por cento o que achamos que será a TV digital num futuro (mais ou menos) próximo. Além de mostrar os filmes no site, tudo está disponível pra download, incluindo versões pra iPod, PlayStation, Mobile e o código pra qualquer um postar tudo em blogs ou sites mundo afora.
Pra completar, os caras criaram um fórum onde convivem as opiniões mais variadas sem nenhum tipo de mediação ou censura. Liberdade de expressão total.
Enfim, você pode gostar ou não, ficar chocado ou não, mas aposto que a curiosidade vai te fazer olhar o site… e é bem possível que você acabe mostrando pra mais alguém, que vai mostrar mais alguém, que vai mostr…
publicidade, sexo, shai viralTags: publicidade, sexo, shai, viral
Flash é uma ferramenta sensacional, capaz de proporcionar experiências ímpares. Exatamente por isso, fico puto com o seu mau uso. O problema é que, pra muita gente, não há vida além do flash. E convenhamos, muitas vezes ele não é a melhor opção. Vou citar aqui 3 casos de uso de flash, um ruim e dois ótimos, na minha opinião, claro ;-)
1) www.alistanegra.com.br
Definitivamente, uma má escolha. O site se presta a conscientizar eleitores quanto ao comportamento dos políticos. Portanto, seria desejável que mecanismos de busca o encontrassem facilmente, já que muitos eleitores podem estar em busca desse tipo de informação. Acontece que Google, Yahoo! e companhia acham HTML de forma muito mais eficiente. Um outro ponto é que posso querer mandar para alguém a página com informações de determinado larápio dos cofres públicos. Se a coisa fosse em HTML, eu poderia simplesmente enviar a URL da página. Em flash, tenho que mandar o endereço do site e meu amigo terá de navegar pra encontrar o que quer.
2) www.leoburnett.ca
Sensacional! O site da agência gringa se justifica pela experiência que proporciona ao usuário. A navegação é anárquica e é fácil “se perder” entre os itens, ok, mas um site de agência de publicidade pode se dar ao luxo de ser menos cartesiano. Acho a execução primorosa e a experiência sensacional. Foda!
3) http://www.jonathanyuen.com
Site genial do designer Jonathan Yuen. O cara propõe uma navegação linear, um pouco incomum na web (e completamente oposta à do site da Leo Burnett), mas muito bacana. Basicamente, ele conduz o usuário através de um enredo recheado de estímulos aos sentidos. Bonito pacas e muito eficiente. Aula de bom gosto.
Tags: design, experiência, flash, navegação
de: renato.velaskhi@hot.mail.com
para: tharso
subject: CONSEGUI O VIDEO!
Consegui o vídeo completo e sem cortes da Daniela Cicarelli !!!
estão em formato de proteção de tela para não tirarem do servidor se não conseguir abrir o link do anexo mova o e-mail para Caixa de entrada !
ANEXO: VÍDEO
eu não disse que ia conseguir ?!
Obs.: Puxa… uma pena que o servidor barrou o EXE que era pra ter vindo anexado. Droga!
spam virus cicarelliTags: spam virus cicarelli
A Milwaukee’s, marca gringa de cerveja, sempre faz coisas virais. São deles aqueles games onde você tem que “agir como macho“, lembra? Há um em que o objetivo é olhar para o decote da garota sem ela perceber. Num outro, a idéia é não chorar ao ver um filme de amor. E tem ainda um em que é preciso fazer com que o personagem resista à música e não comece a dançar. Tudo isso pra dizer que a cerveja light é coisa de “homem macho”. Divertidíssima a campanha, por sinal.
Agora, a onda é atirar latas de cerveja contra pratos, vasos, garrafas e até uma televisão. Pra isso, uns malucos construíram um canhão! Uma coisa um pouco sem pé nem cabeça, tá certo, mas que é um bom viral, ah, isso é.
milwaukees cerveja canhão vídeo viralTodo estudo de usabilidade aponta a ilegibilidade do texto como um dos problemas mais graves em websites.
Entenda-se por ilegibilidade:
- Fontes minúsculas
- Fontes artísticas usadas em textos
- Grandes blocos de texto sem formatação adeqüada
- Linhas enoooooormes (tipo, acima de 70 caracteres)
- Pouco contraste entre o texto e o fundo da página
Vejam bem, amigos, não se trata da minha opinião. Há pessoas que estudam isso. Profissionais sérios que fazem testes com usuários reais pra constatar essas coisas.
Usabilidade serve para favorecer as pessoas para quem nós projetamos sites: os usuários.
Mas então, por que não ouvi-los? Por que simplesmente ignorar o tempo e o trabalho de alguém que estudou a fundo determinado assunto?
Ora, quer saber? Guardadas as devidas proporções (lá vem neguinho me chamar de xiita), agir dessa forma é o mesmo que desprezar algo comprovado, como sei lá… os benefícios de uma vacina ou um filtro solar.
Ora, colega, se você não concorda com algo, é justo que argumente e lute por suas idéias: estude, teste e prove o contrário. Mas, pelamordedeus, não ignore pura e simplemente.
A propósito, já tiveste caxumba, né, Camarão?
fontes usabilidadeTags: fontes, usabilidade
Talvez você conheça a piada, talvez não. Mas é provável que já tenha vivido o problema.
Imagine o seguinte:
Você se empenha ao máximo num projeto, pensa em tudo, queima seus preciosos neurônios em algo que realmente acredita… e, de repente, uma “força superior” (geralmente seu chefe ou seu cliente) vão lá e mudam tudo. Transformam sua obra-prima num Frankenstein.
E agora? Vais fazer o quê? Deixar isso acontecer? Pior é que vai. Vai, sim. Sorry, but ces’t la vie, my friend.
Acontece que, apesar de nos acharmos “donos” do projeto, ele, definitivamente (desculpe estragar seus sonhos, mas Papai-Noel não existe mesmo), não nos pertence. Nesses poucos, pero bons, anos aprendi a ter um certo desapego em relação às coisas que crio, executo, escrevo…
Não estou dizendo que devemos abrir mão de nossas opiniões, principalmente quando achamos que elas são relevantes e podem fazer a diferença. Isso nunca. Mas é importante saber ouvir os pontos do outro, considerar bem as opiniões de quem discorda e, mesmo estando contrariado, ter uma certa frieza pra avaliar quando vale a pena brigar e quando é sensato ceder e deixar estar.
- Um camelo é um cavalo que foi modificado pelo cliente.
- Hahahaha…
O problema é que, mesmo sendo feioso, tosco e desajeitado, dependendo da ocasião, o bicho de corcovas vale mais que o seu lindo puro-sangue.
clientes, desapego projetosCansado de tanto SPAM, um amigo resolveu configurar aquela checagem do UOL que obriga o remetente a digitar um código para que o e-mail seja enviado.
O problema é que um amigo dele fez a mesma coisa, aparentemente, ao mesmo tempo… e claro que um deles mandou um e-mail pro outro.Já adivinhou o que aconteceu?
Sim, os servidores de ambos ficaram o dia todo em loop mandando e-mails de confirmação de um lado pro outro até que BUM! As caixas-postais de ambos explodiram por causa dos warnings… Fogos de artifício digitais!
cool, e mail, e mails, murphy, spam uolPor trás de aplicações aparentemente simples, muitas vezes há um número interminável de processos acontecendo.
Coisas que parecem elementares para o usuário, deixam engenheiros, programadores, designers e gerentes de projeto (uh!) de cabelos em pé.
Mas não vou me embrenhar nesse assunto agora. Falei sobre isso porque o YouTube está em manutenção e os caras colocaram no ar um desenho do processo de funcionamento do site (simplificadíssimo, claro) que achei bem divertido. Abraço!
Tags: cool, desenvolvimento, fluxograma, gráfico, processos, servidor, web 2.0, youtube
Dentre os websites que você usa diariamente e adora, tem algum que seja lindo?
Provavelmente não.
Isso te incomoda?
Provavelmente não.
Quantas vezes você voltou a um website simplesmente porque ele era bonito?
Eu arrisco: a menos que você seja um profissional da área, aposto que nunca.
Sabe por quê? Simplesmente porque, na real, usuário nenhum se importa com isso. Experimente fazer uma lista dos sites que você efetivamente usa e lhe são muito úteis. Me diga quantos deles são bonitos. Provavelmente nenhum.
Eis a minha lista (sem pensar muito): Google, Gmail, Del.icio.us, Flickr, Writely, No mínimo, Uol, YouTube, Orkut, Wasabi, Use it, Blue Bus, blogs diversos…
Nenhum deles pode ser considerado uma obra de arte, mas todos são bem relevantes pro que se propõe.
É isso. Relevância é a palavra. Na ordem de prioridades que definem o sucesso de um projeto online, arrisco um ranking:
- Relevância e qualidade do conteúdo;
- Usabilidade;
- SEO (otimização pra sistemas de busca);
- Agilidade de navegação (páginas leves, pelamordedeus);
- Estética.
O fato da estética estar em quinto lugar não significa que ela não seja importante ou que deva ser deixada de lado. Apenas não me agrada que ela prejudique os outros quesitos.
Que fique claro: Isto não é um manifesto em favor das interfaces feias. É apenas um alerta a respeito da obsessão que algumas pessoas têm pela beleza de uma aplicação em detrimento de sua funcionalidade e relevância.
Resumindo: design e conteúdo precisam jogar no mesmo time!
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Sensacional: minha faxineira me adicionou no messenger.
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Pouca gente é mais fã do que eu dos aplicativos da chamada web 2.0. Acho-os absolutamente fascinantes. Ponto.
Agora os fatos: meu Vírtua deu pau ontem à noite. Justamente quando eu mais precisava dele. Aquele monte de coisas pra fazer e eu me sentindo absolutamente impotente, nu. E me doeu lembrar de todos aqueles arquivos salvos no Writely. Droga!
Por outro lado, imagine que meus arquivos poderiam estar salvos na máquina… e meu HD poderia ter queimado sem nenhum aviso. E eu pensaria que deveria ter deixado tudo no Writely (ou noutro editor online qualquer).
Qual a solução? Ficar neurótico fazendo back-ups e salvando cópias locais e online? Talvez… mas seria bem chato, não? Há como simplificar isso?
Enfim, esse post é apenas uma reflexão barata sobre nossa dependência cada vez maior de algo que está absolutamente fora de nosso controle.
Discorda? Que você faria com seus 436 DVDs de back-up se faltasse luz por, digamos, dois dias?
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Não gosto de futebol. Nunca gostei. Não torço pra time nenhum. Acho chato. Não assisto a jogos, nem da seleção brasileira em final de copa do mundo. E me irrita profundamente esse pseudo-patriotismo em torno do jogo. Essa “pátria de chuteiras”.
- Ganhamos!
- Sério? Ganhamos o quê?
- A copa!
- “Nós” ganhamos?
- Claro! Nós. O Brasil!
- Desculpe, amigo, mas eu não ganhei nada e lamento decepcioná-lo, mas você também não. E muito menos o Brasil.
- Estraga prazeres!
- Desculpe. Foi você quem começou…
Tudo isso pra falar da campanha da Nike (Joga Bonito). Ela é tão boa que quase me deu vontade de dar uma espiada num desses jogos aí da copa.
O hotsite é bem legal e além de trazer uma porrada de vídeos bacanas, dá a chance do visitante fazer parte de um vídeo bem interessante onde pessoas do mundo todo fazem malabarismos com uma bola e passam a pelota ao próximo. Nada de muita pirotecnia. Só um conceito bacana (eles exaltam o jogo e não a torcida) e uma execução pra lá de eficiente.
Eu, provavelmente, continuarei não gostando de futebol, mas, ao fugir da mesmice, a Nike acertou em cheio. Olha lá.
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Sempre que descubro algum novo serviço na web vou lá fuçar, me cadastro, uso um pouco, às vezes com interesse real, outras por motivos profissionais… só pra ficar conhecendo mesmo, saber o que está acontecendo por aí.
Quando houve o bum do Orkut e começaram a surgir seus clones, me cadastrei em vários deles. Usei durante alguns dias e deixei de lado (com exceção do Orkut). Acontece que, de umas semanas pra cá tenho recebido vários e-mails do Multiply (um saco por sinal essa saraivada de e-mails, ainda que num dia longínquo tenha rolado um opt-in qualquer) convidando-me para voltar às atividades por lá.
Hoje estava à toa e cedi. Cedi e fiquei impressionado com a qualidade do site. O Multiply, tecnicamente falando, é muito superior ao Orkut. Muito mais serviços, interface melhor, mas bonita, ótima usabilidade, rápido… Adorei.
Único problema do Multiply: Ninguém está lá. Estão todos no Orkut. E, como você deve saber, o que faz uma comunidade são as pessoas. O que nos leva à pergunta:
Mas… Por que todos estão no Orkut?
O Orkut veio antes, ok, mas isso, por si, só não justifica o sucesso. Até porque nos EUA, o MySpace veio depois e alcançou um sucesso infinitamente maior que o “pioneiro”.
Num projeto como esse (Orkut) há algo de imprevisível. Um fator imponderável que vai além de qualquer explicação que se possa tentar encontrar. É como se o universo conspirasse para o sucesso estrondoso daquilo e ponto. Foi assim com os Beatles, com o Windows, com o Orkut. O momento certo. Engraçado isso.
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Primeiro post é realmente uma coisa bem estranha. Sabe Deus onde isso vai dar. Bom, agora tá valendo.
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Alô, alô… testando!
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