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Flash é uma ferramenta sensacional, capaz de proporcionar experiências ímpares. Exatamente por isso, fico puto com o seu mau uso. O problema é que, pra muita gente, não há vida além do flash. E convenhamos, muitas vezes ele não é a melhor opção. Vou citar aqui 3 casos de uso de flash, um ruim e dois ótimos, na minha opinião, claro ;-)

1) www.alistanegra.com.br
Definitivamente, uma má escolha. O site se presta a conscientizar eleitores quanto ao comportamento dos políticos. Portanto, seria desejável que mecanismos de busca o encontrassem facilmente, já que muitos eleitores podem estar em b
usca desse tipo de informação. Acontece que Google, Yahoo! e companhia acham HTML de forma muito mais eficiente. Um outro ponto é que posso querer mandar para alguém a página com informações de determinado larápio dos cofres públicos. Se a coisa fosse em HTML, eu poderia simplesmente enviar a URL da página. Em flash, tenho que mandar o endereço do site e meu amigo terá de navegar pra encontrar o que quer.

2) www.leoburnett.ca
Sensacional! O site da agência gringa se justifica pela experiência que proporciona ao usuário. A navegação é anárquica e é fácil “se perder” entre os itens, ok, mas um site de agência de publicidade pode se dar ao luxo de ser menos cartesiano. Acho a execução primorosa e a experiência sensacional. Foda!

3) http://www.jonathanyuen.com
Site genial do designer Jonathan Yuen. O cara propõe uma navegação linear, um pouco incomum na web (e completamente oposta à do site da Leo Burnett), mas muito bacana. Basicamente, ele conduz o usuário através de um enredo recheado de estímulos aos sentidos. Bonito pacas e muito eficiente. Aula de bom gosto.

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de: renato.velaskhi@hot.mail.com
para: tharso
subject: CONSEGUI O VIDEO!

Consegui o vídeo completo e sem cortes da Daniela Cicarelli !!!
estão em formato de proteção de tela para não tirarem do servidor se não conseguir abrir o link do anexo mova o e-mail para Caixa de entrada !

ANEXO: VÍDEO

eu não disse que ia conseguir ?!

Obs.: Puxa… uma pena que o servidor barrou o EXE que era pra ter vindo anexado. Droga!

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A Milwaukee’s, marca gringa de cerveja, sempre faz coisas virais. São deles aqueles games onde você tem que “agir como macho“, lembra? Há um em que o objetivo é olhar para o decote da garota sem ela perceber. Num outro, a idéia é não chorar ao ver um filme de amor. E tem ainda um em que é preciso fazer com que o personagem resista à música e não comece a dançar. Tudo isso pra dizer que a cerveja light é coisa de “homem macho”. Divertidíssima a campanha, por sinal.

Agora, a onda é atirar latas de cerveja contra pratos, vasos, garrafas e até uma televisão. Pra isso, uns malucos construíram um canhão! Uma coisa um pouco sem pé nem cabeça, tá certo, mas que é um bom viral, ah, isso é.

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Todo estudo de usabilidade aponta a ilegibilidade do texto como um dos problemas mais graves em websites.

Entenda-se por ilegibilidade:

  • Fontes minúsculas
  • Fontes artísticas usadas em textos
  • Grandes blocos de texto sem formatação adeqüada
  • Linhas enoooooormes (tipo, acima de 70 caracteres)
  • Pouco contraste entre o texto e o fundo da página

Vejam bem, amigos, não se trata da minha opinião. Há pessoas que estudam isso. Profissionais sérios que fazem testes com usuários reais pra constatar essas coisas.

Usabilidade serve para favorecer as pessoas para quem nós projetamos sites: os usuários.

Mas então, por que não ouvi-los? Por que simplesmente ignorar o tempo e o trabalho de alguém que estudou a fundo determinado assunto?

Ora, quer saber? Guardadas as devidas proporções (lá vem neguinho me chamar de xiita), agir dessa forma é o mesmo que desprezar algo comprovado, como sei lá…  os benefícios de uma vacina ou um filtro solar.

Ora, colega, se você não concorda com algo, é justo que argumente e lute por suas idéias: estude, teste e prove o contrário. Mas, pelamordedeus, não ignore pura e simplemente.

A propósito, já tiveste caxumba, né, Camarão?

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Talvez você conheça a piada, talvez não. Mas é provável que já tenha vivido o problema.

Imagine o seguinte:

Você se empenha ao máximo num projeto, pensa em tudo, queima seus preciosos neurônios em algo que realmente acredita… e, de repente, uma “força superior” (geralmente seu chefe ou seu cliente) vão lá e mudam tudo. Transformam sua obra-prima num Frankenstein.

E agora? Vais fazer o quê? Deixar isso acontecer? Pior é que vai. Vai, sim. Sorry, but ces’t la vie, my friend.

Acontece que, apesar de nos acharmos “donos” do projeto, ele, definitivamente (desculpe estragar seus sonhos, mas Papai-Noel não existe mesmo), não nos pertence. Nesses poucos, pero bons, anos aprendi a ter um certo desapego em relação às coisas que crio, executo, escrevo…

Não estou dizendo que devemos abrir mão de nossas opiniões, principalmente quando achamos que elas são relevantes e podem fazer a diferença. Isso nunca. Mas é importante saber ouvir os pontos do outro, considerar bem as opiniões de quem discorda e, mesmo estando contrariado, ter uma certa frieza pra avaliar quando vale a pena brigar e quando é sensato ceder e deixar estar.

- Um camelo é um cavalo que foi modificado pelo cliente.

- Hahahaha…

O problema é que, mesmo sendo feioso, tosco e desajeitado, dependendo da ocasião, o bicho de corcovas vale mais que o seu lindo puro-sangue.

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