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Sensacional: minha faxineira me adicionou no messenger.

Tags: Sem tags desta vez

Pouca gente é mais fã do que eu dos aplicativos da chamada web 2.0. Acho-os absolutamente fascinantes. Ponto.

Agora os fatos: meu Vírtua deu pau ontem à noite. Justamente quando eu mais precisava dele. Aquele monte de coisas pra fazer e eu me sentindo absolutamente impotente, nu. E me doeu lembrar de todos aqueles arquivos salvos no Writely. Droga!

Por outro lado, imagine que meus arquivos poderiam estar salvos na máquina… e meu HD poderia ter queimado sem nenhum aviso. E eu pensaria que deveria ter deixado tudo no Writely (ou noutro editor online qualquer).

Qual a solução? Ficar neurótico fazendo back-ups e salvando cópias locais e online? Talvez… mas seria bem chato, não? Há como simplificar isso?

Enfim, esse post é apenas uma reflexão barata sobre nossa dependência cada vez maior de algo que está absolutamente fora de nosso controle.

Discorda? Que você faria com seus 436 DVDs de back-up se faltasse luz por, digamos, dois dias?

Tags: Sem tags desta vez

Você sabe o que é taxonomia? Trata-se de dividir um assunto em categorias para facilitar sua compreensão. Um exemplo simples é dividir um site em itens que ficam disponíveis em um menu.

Digamos, por exemplo, que criemos um website para uma lanchonete imaginária. Nossa taxonomia poderia ficar da seguinte forma:

Grafico péssimo, totalmente feito às pressas
Esse sistema funciona quando é bem pensado e aplicado em sites pequenos voltados para a comunicação unilateral. Em outras palavras, um site de lanchonete falando com seu público.

Uma vez que tenhamos uma comunicação multilateral, a coisa pode complicar muito, pois há muitas pessoas no mesmo ambiente produzindo conteúdo que pode ser classificado de diversas formas.

Entra em campo a folksonomia (não adianta procurar no Aurélio). A palavra vem de folksonomy, corruptela de taxonomy acrescida do prefixo folks - gente em inglês. A idéia é que cada usuário, ao produzir seu conteúdo, atribua a ele categorias que o classifiquem. No jargão da web 2.0, essas categorias são chamadas de tags.

Uma das principais vantagens da Folksonomia é que pode-se atribuir várias tags a um mesmo conteúdo, aumentando as chances de que outro usuário encontre o que procura.

Pense num artigo sobre sanduíches. Usando a taxonomia, poderíamos incluir esse conteúdo na seção ARTIGOS > SANDUÍCHES. Usando a folksonomia, poderíamos atribuir ao mesmo artigo tags como:

sanduíche, hamburger, cheeseburger, x-burguer, “cheese tudo”, x-tudo, pão, ketchup, mostarda, maionese, gergelim, alface, fome, lanche, almoço, carne, queijo, beirute, rosbife, ovo, “pão com ovo”, hotdog, “cachorro quente”, happy-hour, madrugada

Como você pode perceber, incluí variações dos mesmos termos ( cheese burguer / x-burguer ) e tags relacionadas a palavras que estão no suposto artigo. Dessa forma, num painel de tags (há um na coluna da direita deste blog), usuários que clicarem em “pão com ovo” serão remetidos a todos os conteúdos que foram classificados com essa tag.

As vantagens desse sistema num ambiente colaborativo vão da abrangência de termos à facilidade de busca do conteúdo alheio. Outro benefício é que no meu artigo sobre sanduíches, posso ter usado um ou dois parágrafos para dar dicas para quem gosta de sanduíches mas se preocupa com a balança. Nesse caso, eu poderia também incluir tags como:

light, diet, dieta, regime, “sanduíche vegetariano”, “baixas calorias”

Dessa forma, estaríamos facilitando o acesso de pessoas que provavelmente não clicariam no item SANDUÍCHES do menu.

A folksomia não representa o fim da taxonomia. Mas seu caráter democrático e abrangente tem tudo a ver com uma nova forma de pensar a web de forma mais humana, útil, relevante e divertida. Bem-vindo à web 2.0.

Tags: Sem tags desta vez

  1. Abra seu Firefox ou Ópera
  2. Vá até www.promocaodadada.com.br
  3. Clique em GANHADORES
  4. Clique em CLIQUE AQUI PARA VER TODOS OS GANHADORES

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Aparentemente, o programador só validou no ie, onde desabilitou o depurador, mas se esqueceu que existem outros browsers ;-)

PS.: A propósito, lição número 1 do bom programador: “Nunca use palavras chulas ou ofensivas em seus protótipos achando que depois vai lembrar de trocar tudo.

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