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A partir de hoje, a justiça norte-americana assume que blogueiro é jornalista e, como tal, herda os direitos e deveres da profissão.
O fato se deu por conta de um processo movido pela Apple contra um blog que divulgou produtos da marca antes do lançamento.
Segundo a decisão da corte, os blogueiros processados, assim como jornalistas, têm direito de resguardar suas fontes.
Além disso, falando ainda da terra do tio Sam, ficou decidido que e-mails pessoais são sigilosos, ou seja, não se pode violá-los sob nenhum pretexto.
Taí. Gostei.
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Não gosto de futebol. Nunca gostei. Não torço pra time nenhum. Acho chato. Não assisto a jogos, nem da seleção brasileira em final de copa do mundo. E me irrita profundamente esse pseudo-patriotismo em torno do jogo. Essa “pátria de chuteiras”.
- Ganhamos!
- Sério? Ganhamos o quê?
- A copa!
- “Nós” ganhamos?
- Claro! Nós. O Brasil!
- Desculpe, amigo, mas eu não ganhei nada e lamento decepcioná-lo, mas você também não. E muito menos o Brasil.
- Estraga prazeres!
- Desculpe. Foi você quem começou…
Tudo isso pra falar da campanha da Nike (Joga Bonito). Ela é tão boa que quase me deu vontade de dar uma espiada num desses jogos aí da copa.
O hotsite é bem legal e além de trazer uma porrada de vídeos bacanas, dá a chance do visitante fazer parte de um vídeo bem interessante onde pessoas do mundo todo fazem malabarismos com uma bola e passam a pelota ao próximo. Nada de muita pirotecnia. Só um conceito bacana (eles exaltam o jogo e não a torcida) e uma execução pra lá de eficiente.
Eu, provavelmente, continuarei não gostando de futebol, mas, ao fugir da mesmice, a Nike acertou em cheio. Olha lá.
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Sempre que descubro algum novo serviço na web vou lá fuçar, me cadastro, uso um pouco, às vezes com interesse real, outras por motivos profissionais… só pra ficar conhecendo mesmo, saber o que está acontecendo por aí.
Quando houve o bum do Orkut e começaram a surgir seus clones, me cadastrei em vários deles. Usei durante alguns dias e deixei de lado (com exceção do Orkut). Acontece que, de umas semanas pra cá tenho recebido vários e-mails do Multiply (um saco por sinal essa saraivada de e-mails, ainda que num dia longínquo tenha rolado um opt-in qualquer) convidando-me para voltar às atividades por lá.
Hoje estava à toa e cedi. Cedi e fiquei impressionado com a qualidade do site. O Multiply, tecnicamente falando, é muito superior ao Orkut. Muito mais serviços, interface melhor, mas bonita, ótima usabilidade, rápido… Adorei.
Único problema do Multiply: Ninguém está lá. Estão todos no Orkut. E, como você deve saber, o que faz uma comunidade são as pessoas. O que nos leva à pergunta:
Mas… Por que todos estão no Orkut?
O Orkut veio antes, ok, mas isso, por si, só não justifica o sucesso. Até porque nos EUA, o MySpace veio depois e alcançou um sucesso infinitamente maior que o “pioneiro”.
Num projeto como esse (Orkut) há algo de imprevisível. Um fator imponderável que vai além de qualquer explicação que se possa tentar encontrar. É como se o universo conspirasse para o sucesso estrondoso daquilo e ponto. Foi assim com os Beatles, com o Windows, com o Orkut. O momento certo. Engraçado isso.
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… O Flickr agora é Gamma.
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Há quinze anos, a ação do PCC que parou São Paulo ontem não teria 30% do efeito. Com acesso à web e munida de celulares, a população se encarregou de potencializar a coisa ao propagar o terror numa rapidez assustadora.
Meu messenger não parou desde cedo. Parentes, amigos e conhecidos reportando a carnificina. Ouvi várias histórias sobre granadas, metralhadoras, chacinas e ameaças terroristas da pior espécie (e confesso, envergonhado, que também passei adiante algumas das informações que recebi e que, agora, vejo que eram falsas). Aliás, 90% das ações criminosas propagadas não passavam de boatos.
O pânico se espalhou de maneira tão histérica e veloz que o expediente em toda a cidade acabou logo depois do almoço, causando um congestionamento gigantesco e perigoso (já imaginou um ataque real no meio de um trânsito desses?).
Mas será que havia como evitar tamanho estrago? Talvez não, mas acho que dava pra minimizar o problema. A cobertura feita pelos principais veículos de comunicação com cobertura em tempo real (basicamente, rádio, tv e web) foi pífia. Em lugar de um esforço para desmentir boatos descabidos, o Uol e o Terra (e não só eles) repetiam as fofocas e divulgavam a escalação da seleção brasileira (!).
As poucas exceções, como a Folha Online (e nem sou fã deles), infelizmente não tinham abrangência para causar algum efeito.
De Pam Anderson e Paris Hilton ao terror do PCC, passando por Katilce, o que fica disso é o potencial de propagação em progressão geométrica de qualquer fato, verdadeiro ou não. Sinal dos tempos.
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É incrível a quantidade de novas aplicações 2.0 que pipocam diariamente. Depois dos editores de texto, das planilhas e apresentações, agora é a vez dos editores de imagem.
O Pixoh (http://pixoh.com) é sensacional por um motivo: simplicidade.
Nada de filtros incríveis ou efeitos fantásticos. Quem está procurando isso já usa o Photoshop. O Pixoh faz o básico de forma direta e fácil. Você pode cortar a imagem, mudar o tamanho e fazer pequenos ajustes de brilho, contraste e nitidez. Depois, pode salvar nos formatos mais comuns ou exportar direto pro Flickr.
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