Terça-feira, 24 de Abril de 2007

Tipo... o lance autoral

Criar blogs, pra mim, é um hobby. Mantê-los, é um porre.

Inferno



Um trânsito infernal na São Paulo das cinco da tarde pós reunião de trabalho. Um calor infernal no estofado piniquento do Santana oitenta e pouco que fora o único taxi que consegui alcançar.

- O senhor pode ligar o ar condicionado, por favor?

- Não dá... Tô com uma bruta de uma dor de garganta hoje.

Um mau-humor infernal que só se cura rindo da própria lamúria.


* Foto by: Victor Nogueira

Terça-feira, 17 de Abril de 2007

Rindo da desgraça alheia

Há vários anos o Ricardo fica indignado com a seção DIVERSÃO do Terra, onde jornalistas com um senso de humor absolutamente bizarro publicam notícias trágicas como se fossem amenidades.

Títulos como Dóris Giesse: Queda do oitavo andar foi igual a 'Tom & Jerry' ou Filha de Nair Bello não poderá se despedir da mãe são parte da rotina por lá.

Bom, hoje o Ricardo me contou que criou um blog pra arquivar essas pérolas. Achei genial. Cola lá.

http://vidainteligente.blog.com/

Domingo, 15 de Abril de 2007

Pres´tenção

Se beber, não dirija.
Se dirigir, não corra.
Se correr, não abuse.
Se abusar, não faça merda.
Se fizer merda, foda-se!
Eu avisei.

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Sábado, 14 de Abril de 2007

Bizarrice

Um fenômeno, no mínimo curioso: Trocentos manés estão usando um texto do Alex Castro em seus perfis no Orkut como se estivessem escrito a parada eles mesmos. O primeiro plágio viral de que ouvi falar.

Quarta-feira, 4 de Abril de 2007

Sobel rules!



Sério: eu já gostava do Henry Sobel. Mas agora gosto muito mais. E hoje ouvi que o sotaque dele é de mentira e que o gajo adora dar em cima das moças que vão à sinagoga. Não acreditei em nada disso. Se acreditasse, fundaria um fã-clube pro cara.

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Terça-feira, 3 de Abril de 2007

Sobre gente careta

A caretice das pessoas me deixa puto. Acho lamentável quando alguém rejeita algo simplesmente baseando-se no seu background. Sem sequer questionar suas convicções pré-estabelecidas... nem que seja pra confirmar o que já (pensava que) achava.

Um filme, uma revista, um layout, uma tecnologia, um device, um projeto... Claro que muito do que nos é oferecido não passa de lixo. Mas o simples fato de algo nos parecer estranho à primeira vista, não deveria ser sufiente pra que encerremos nosso julgamento por aí.

Quando alguém sugere um ângulo diferente pra alguma coisa que sempre vimos de cima, há um certo incômodo. É nesse momento que a caretice surge, cheia de rancores, pudores, preconceitos. Gente que se borra de medo, mas que no dia em que aquilo se tornar pop, vai correndo à loja. Gente medrosa e chata.

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